sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Quando acho que já nada me surpreende, vem um alentejano e faz isto

Realmente neste mundo já não se inventa nada de novo.
Reinventa-se.
A falta de criatividade nas pessoas é algo que me assusta.
Se nada de novo aparece, parece que vivemos o mesmo dia vezes sem conta.
Não entendo o porquê de alguém copiar algo já inventado por outro.
Não cabe em mim a cópia.
Eu, a copiar, não copio. Adapto.
Mas adapto com estilo.



Visto aqui


Se é para copiar, menino ( ou menina), por favor altere-se a composição e faça-se uma coisa bonitinha.

Estou capaz de levar o meu velhinho de 2 anos até Beja só para sujar por de cima desse sujo que deixaste nessa parede.
E que cor foleira é essa?!
Brilha no escuro?! 
Alguma coisa que brilhe nisso tudo que fizeste.
Parabéns.
Sem dúvida que és o (ou a) maior da tua aldeia.


Agora deixa-te lá disso e cria algo teu.

A primeira vez - parte 2

Lembrei-me do post que escrevi no outro dia sobre o babe me ter dado uma chapada e da forma como relatei o acontecimento.
Acho que poderei ter sido mal entendida. Não que alguém se tenha queixado porque provavelmente ninguém lê esta coisa. Ainda assim quero acrescentar algumas coisas.

Como o senhor taxista me disse: " A primeira nunca é a última".
É um facto.
Muitas mulheres pensam que porque levaram uma chapada uma vez que a coisa não se volta a repetir, porque eles pedem desculpa e prometem que não volta mesmo a acontecer.
Passado uns tempos acontece outra vez. Eles voltam a pedir desculpa e a coisa fica bem por mais uns tempos.
A primeira nunca é a última vez. Metam na vossa cabeça.
Só depende de vós saírem de uma má situação.
Nunca pensem que a coisa vai melhorar.
Se um homem bateu uma vez numa mulher provavelmente voltará a bater.
Peçam ajuda.
Não se permitam serem mal tratadas.


No meu caso foi mesmo na brincadeira.
Jamais permitira que alguém me agredisse fosse porque motivo fosse.
E sim, bla bla bla, brincadeira mas pode voltar a acontecer.
Pode.
Mas da próxima já não vai ser levado como brincadeira e a coisa já não vai ter piada.


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

A primeira vez

Víamos televisão.
Sai-me com um:

" Eu gostava de participar na Casa dos Segredos."


Só senti a cara a arder.
Foi a primeira vez que ele me bateu.

No mesmo dia queixei-me a um Taxista, que me advertiu dizendo que a primeira chapada nunca é a última.
Pelo sim, pelo não, já guardei o número de apoio à vítima no meu telemóvel.
Prometo nunca mais falar na Casa dos Segredos e no meu desejo de me ver metida naqueles metros quadrados junto de gente tão gira e inteligente.

Uma gaja não pode ser sonhos na vida que leva logo chapada.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Calçada Portuguesa

É o ordenado.
O 13º mês.
As pensões.
O poder de compra, que é reflexo de tudo o resto que nos tiram.
Tiram tudo.
Querem tirar a Ginginha Sem Rival  do sítio onde nasceu. Mas isto só afecta quem é de Lisboa ou quem já lá foi.
Pior que isto, querem-nos tirar a Calçada Portuguesa.
Vão-nos tirar a Calçada Portuguesa.
Senhores?!
A nossa identidade começa a perder-se.
Tiram-nos tudo.
Já tropecei vezes sem conta na calçada. Já caí algumas vezes na calçada. Malditos paralelos.
Mas a calçada é NOSSA. É a Calçada PORTUGUESA.

Fonte: http://almapaixonada.blogspot.pt/

E referendo para isto?! Einh?!
Há uma petição contra a retirada da Calçada Portuguesa.
Se tu, como eu, queres continuar a tropeçar no paralelo assina aqui.
Deixa que a arte continue a ser feita em forma de paralelos e que o profissional Calceteiro continue a poder trabalhar.



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

?

Uma vez disseste que gostavas de mim  porque toda a gente gostava de mim.
É só estúpido, isso.

Agora pergunto:

Quando toda a gente deixar de gostar de mim, tu também deixas de gostar?


sábado, 8 de fevereiro de 2014

We are the people that rule the world

Conheci o Incógnito em 2009.
Foi o início de tudo.
Através de alguém que já não faz parte da minha vida mas o fez durante 11 anos, conheci pessoas que me deram a conhecer este sítio. Pessoas essas que, passados 5 anos, tenho como amigos e que com eles vivi muita coisa e muitas noites de Incógnito.

Foi amor à primeira vista.
Adorei o espaço. Amei a música que lá passava.
Ainda hoje adoro lá ir pela música e por me fazer recordar tantas noites felizes que lá passei.

Conheci muita gente lá.
Conheci-o a Ele lá.

No dia em que pintei o stencil mais que uma vez pela cidade terminei a minha noite lá com as mãos cheias de tinta, um sorriso na cara e uma felicidade enorme dentro de mim.

Já fui muito feliz lá.

Hoje será a última vez que a Sofia  mete música no Incógnito.
Já fui muito feliz a ouvir a música que a Sofia escolhe para fazer dançar a pista.
A Sofia foi a primeira "DJ" que "ouvi" no Incógnito.
Não podia deixar de estar lá hoje, para ouvir as escolhas dela pela última vez, para recordar uma vez mais tudo o que já vivi naqueles metros quadrados.

Vemos-nos lá? :)



A música que passava no momento em que meti os meus pés pela primeira vez no Incógnito.
Lembro-me de coisas que não lembram a ninguém.

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A.

Quando apareceste não fui com a tua cara. Acho que nunca te o disse.
Foste uma surpresa. Das boas.
Lembro-me ainda hoje de quando te falei do stencil e dos teus olhos arregalados a dizerem-me :
" Brutal!"
Sempre tiveste para comigo uma paciência sem fim e sempre me deste um apoio em tudo que não sei, se ao longo dos anos que me restam de vida, voltarei a encontrar.
Hoje fiquei sem ti.
Já não vais estar lá de manhãzinha para o cigarro nem a meio do dia para o café.
Não vais estar lá para te ocupar a cabeça com as minhas paranóias, as minhas dúvidas existenciais, os meus problemazitos, o meu mau humor e mau feitio.
Já não vais estar lá para arregalares os olhos quando te conto algo de positivo da minha vida ou para me dares força quando as coisas não me correm bem ou me sinto desanimada.
Vais-me fazer falta. Tanta.
Mas sei que estás bem. Que a vida finalmente te encaminhou para o caminho que tinhas a seguir e pelo qual aguardavas.
Estou feliz por ti.
A sério que estou.
Mas vais-me fazer falta.
Muita.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Está frio, porra.







Saudades do calor.
De me sentar na varanda.
De te sentares atrás de mim.
De ficarmos ali os dois.
De me quereres tirar eu fotos e de eu deixar.









terça-feira, 28 de janeiro de 2014

.

" Já fui tão feliz."

Quantos de nós não passamos os dias a recordar o quanto já fomos felizes, a sentir que os tempos que passaram foram tão melhores do que estes pelos quais passamos?

Eu sou assim.
"Já fui tão feliz", penso uma e mais outra vez.
E penso naquela e na outra fez que fui tão mais feliz do que o que me sinto agora.
A Maria da Felicidade está adormecida. Sacana.
A tipa era feliz.
Lembro-me que enquanto executava o plano de ir pintar paredes tinha uma felicidade contagiante, uma força interior enorme. Nada a iria fazer parar, nada a ia impedir de pintar paredes.
De dizer que queria ser feliz.
A Maria da Felicidade já não mora aqui, e tenho saudades dela.
Não sei onde se escondeu nem sei porque se foi embora.
Se calhar é por não saber onde ela mora dentro de mim que me vem uma e outra vez à cabeça que já fui feliz.
É por ter saudades dela e da felicidade que ela fazia sentir dentro de mim que me sinto assim.
Já fui muito feliz.

Também pode ser TPM e daqui para uns dias ela voltar um bocadinho e até querer pintar qualquer coisa.
Pode ser que sim.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Instacenas #7



Perdoem-me o formato, mas como perdi o telemóvel entretanto só consigo colocar as fotos desta maneira.
Continuo no Instagram :)

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

I love you but I'm not in love with you

Objectos.
Compramos um objecto e usamo-lo até ele cumprir o seu propósito, depois deitamos fora ou compramos um melhor.
Com as pessoas parece que fazemos o mesmo. Tratamos as pessoas como objectos.
Enquanto elas servem, mantemo-las por perto, quando já não nos servem ou quando encontramos alguém melhor, descartamos a primeira para começar a usar a segunda.

Usamo-nos.

Constou-me que este tipo de ideia faz parte da maneira de pensar e viver de certas pessoas que tenho à minha volta.
A ideia de estar numa relação com alguém só até alguém melhor aparecer.
Será isto correcto?!
Criar uma relação com esta ideia dentro de nós?
Para quê então encher a pessoa de esperanças de um futuro a dois, de uma vida em conjunto se a ideia é encontrar alguém melhor pelo caminho e descartar o outro só porque afinal não serve, não preenche as medidas, não é " o/a tal"?

De onde vem essa ideia de que alguém melhor aparecerá na nossa vida?
E que ideia é essa de pessoa melhor?

Há coisas que os meus 30 anos ainda não me fizeram entender.

É o saber que esta ideia vive dentro das pessoas que me faz ter medo de arriscar, de querer mais, pois sei que a qualquer momento posso ouvir um " o problema não és tu, sou eu. Desculpa lá, mas encontrei melhor."
É o saber que esta ideia vive dentro das pessoas que me impede de ser feliz.
Que me faz viver com medo.
Que me faz ter vontade de desistir.

Usamo-nos uns aos outros.
Haverá algo mais horrível do que ser usado?
Do que usar alguém?

Eu cá até aos meus sapatos sou apegada.
Custa-me deitar quinquilharia fora.
Quanto mais pensar na ideia de estar com alguém só até aparecer alguém melhor...








sábado, 4 de janeiro de 2014

2014

E o vosso 2014, está a ser fofinho?!
Deste lado a coisa começou muito bem.
Diz que se deve começar o ano com o pé direito não é? Pois que aqui a Maria gosta de fazer a coisa em grande e deu foi cabo do pé direito. Cai de umas escadas e foi no que deu.
Já coxa, perco o meu lindo Sony que tanta alegria me trouxe.
A coisa não anda boa. Ando "depré".
Se tiverem pontos da TMN já sabem como me podem fazer feliz.
À parte de tudo isto...cá se vai andando.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Em jeito de balanço

Não tenho por hábito criar uma lista de coisas boas e/ou más que sucederam ao longo do ano, nem de fazer promessas de bom comportamento para o ano que vai começar.
É mais um ano, venha ele!

No inicio de 2013 coloquei esta imagem na página do Facebook.
2013 não me desiludiu.
Pintei um vidrão, fui pela primeira vez ao estrangeiro ( Espanha conta, certo?!), organizei o Wallpeople, o meu vidrão e a história do " Eu quero é ser feliz" foram tema de reportagem na Time Out, criaram-se carteiras com fotos do stencil, apareceram espelhos e colares com outras fotos do stencil, fui a um colégio pintar stencils nas paredes com pequenos humanos. Fui feliz. Muito.
2013 vai deixar saudades.
Foi um bom ano. A minha família está bem, os meus amigos estão bem. Tenho emprego, tenho saúde e tenho amor.
Espero que 2014 seja tão bom como este ano foi.
A vós, desejo-vos um ano cheio de felicidade.
Não gosto de fazer promessas.
Posso apenas prometer continuar a pintar uma ou outra coisa para vos poder proporcionar um sorriso no rosto e fazer com que continuem a querer ser felizes e a lutar por isso.
Happy New Year! :)

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Coisas que uma pessoa fica a saber da vida dos outros em 45 minutos de partilha de autocarro

O João Pedro* despachou a Patrícia*.
A Patrícia dava-lhe cabo da paciência e então ele acha que é melhor ela ir viver de novo para a casa dos pais e ele ficar sozinho na casita dele.
O João Pedro acha que nunca está a vontade para dizer o que seja porque a Patrícia pode levar a mal.
Há 10 meses que discutem dia sim, dia não.

Cheira-me que o Natal da Patrícia vai ser muito triste e que o do João Pedro vai ser mais alegre e com mais dinheiro na carteira pois não vai ter de desembolsar para uma prendita para ela.

Perguntam vocês: Quem são o João Pedro e a Patrícia?!

Pois, não sei. Nunca os vi nem mais gordos nem mais magros.
Mas o João Pedro apanhou o mesmo autocarro que eu hoje de manhã. E achou que discutir a vida "matrimonial" no Bus, às 6 e pico da matina, era uma excelente forma de começar o dia.

Não lhe vi a cara, mas ouvi a conversa dele toda.
Deixem-se mazé de conversas delicadas em público. Os problemas a dois resolvem-se cara a cara.


Patrícia, filha...só custa de inicio. Depois a coisa vai ao sítio.
Força aí!!




* nomes reais.


quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Como o Facebook vai mudar a minha vida familiar

Sou amiga do meu pai no Facebook, desde hoje.
Mandou-me uma foto de mim em "piquena" que meti como foto de perfil.
Em conversa via chat, diz-me:

" Que linda. Pareces um anjo."

" Devia ser. Agora sou um diabo. ahahahah"

" Não és nada, apenas cresceste".

On the first day of Christmas my true love gave to me...*





Bom, tirando a parte do "I'm single" a coisa é mais ou menos assim.
Quando faço anos a coisa é assim.
Quando chega o Natal a coisa não melhora.
Não entendo. O propósito de ter um namorado não é receber prendas do mesmo?
Anda uma pessoa a aturar o gajo o ano inteiro e nada?!
Ai.
Lá vou ter eu de ir comprar a porra do perfume que se me está a acabar...






* " Amor e carinho", diz ele.
Mas isso não deixa uma pessoa a cheirar bem, ou deixa?!

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Querido Pai Natal

Pensavas que me esquecia de ti?! Ah pois, não.
Não sei bem o que te pedir este ano. A vida continua difícil e sinceramente acho que já tenho tudo o que preciso.
Não falhes é nas coisas boas: a saúde, no emprego, nos amigos, na família.
É isso que te peço.
Já agora...se tiveres poderes...manda lá os tipos a quem encomendei um casaco despacharem-se porque já fiz a encomenda vai para 3 semanas e a coisa não anda.
De resto...continua a brindar-me de gente porreira à minha volta, continua a deixar que o corpo queira dançar  aos fim de semanas, continua a deixar que ele goste de mim, continua a fazer as pessoas felizes.
Não me falhes.
Eu porto-me bem.
Falamos para o ano que vem. Diz que a crise é capaz de acabar para o ano, portanto prepara-te para uma lista extensa de items desejados pela minha pessoa.
Cumprimentos à mãe natal e vê lá se compras qualquer coisa para o nariz do Rudolfo, que o sacana  traz aquilo bem assado.

Beijos fofos.

sábado, 14 de dezembro de 2013

As relações e o Facebook

Eu tenho demasiado tempo livre, e em vez de o ocupar a fazer coisas úteis, como pintar paredes, acabo por ocupá-lo a cuscar a vidas outros. Sou gaja, não me lixem.
Esta coisa de Facebook é interessante.
Se há pessoas cujo o perfil só dá para ver as conquistas que obtêm no Candy Crash Saga, ou lá o raio, há outras que metem muito da sua vida por lá.
Metem que estão numa relação com este ou esta, e depois há toda uma série de fotos do casal junto, promessas de amor eterno, Amo-te muito e quero passar o resto da minha vida contigo e somos tão felizes juntos.
Há isto que, perdoem-me, me enjoa.
E depois consigo perceber quando tudo acaba. Não é difícil.
As fotos dos dois desaparecem e com elas as promessas de amor eterno, os amo-tes e a felicidade que um dia partilharam.
As pessoas passam de " está numa relação com" ao estado de "Viúvos". Apagam fotos do que um dia foi a vida delas...
Se era para isto, para apagar uma parte da vida delas, será que não valia mais a pena nem sequer a partilharem?!
Para quê meter fotos fofinhas das férias que fizeram juntos em 2007 se em 2013 decidem que afinal não queriam ter feito aquelas férias e que mais vale é apagar o álbum todo porque assim faz de conta que nada daquilo aconteceu?!
O Facebook é fixe. Dá para ver as noticias, dá para falar com os amigos, dá para manter o contacto com os amigos que estão lá longe, com os ex colegas de escola, dá para estar a par das conquistas pessoais deles ( ainda não vos tinha dito que o primeiro grande amor da minha vida foi pai?! Tinha 7/8 anos quando me apaixonei por ele...) e toda uma série de coisas.
Pois que o Facebook é coisa muito gira.
Deixem-se lá estar mazé quietinhos e guardem as vossas coisas para vocês.
Os amo-tes devem ser ditos a dois e não para 600 pessoas verem.
As férias de 2007 não precisam de um álbum partilhado no Facebook, a menos que tenhas fotos estupendas de sítios espectaculares. Fotos de ti e do teu namorado a beijarem-se com o Taj Mahal de fundo é para imprimir e para colocares numa moldura na mesinha de cabeceira e não como foto de perfil.
Mas cada um sabe de si e mete o que quer meter.
Mas depois, já se sabe, toda a gente fica a saber que tens 30 e poucos e mais uma relação que falhou.
As pessoas deviam estar mais preocupadas em viver a coisa a dois do que a partilhá-la a 600.
É como eu, devia era meter-me na minha vidinha em vez de estar aqui a comentar as coisas alheias, mas pronto, gosto de partilhar estas coisas inúteis que se me passam pela cabeça com vocês que são uns fofos e perdem tempo útil das vossas vidas a ler-me.
Um dia vamos todos juntos pintar paredes e assim compensamos este tempo inútil, boa?!



quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Email

Na altura de confirmar o e-mail, a senhora diz-me:

" Tenho aqui um e-mail...eu quero..."

" Sim. Sim. ( Risos) Eu quero é ser feliz..."

" Pois... É bom uma pessoa querer esse tipo de coisas, não é...Acho que toda a gente quer."




Melhor é sê-lo senhora.
Mas querer, é poder.